No ano de 2000, um núcleo de artistas maranhenses, residentes no Rio de Janeiro, começou a se reunir para celebrar músicas, danças e histórias da cultura popular de sua terra natal, originando o grupo Divina Corriola, cuja proposta era brincar a dança do cacuriá em escolas e praças da cidade, organizar oficinas com mestres do Maranhão, como Dona Teté do cacuriá e Mestre Felipe do tambor de crioula.
Em 2002 surgiu a parelha de tambor de crioula As Três Marias, batizada na Casa do Pontal, Museu de Arte Popular Brasileira, pelo Mestre Xavier (MA) e pelas ladainhas das caixeiras da Festa do Divino, de Nova Iguaçu e Ilha do Governador (RJ).
A fusão entre o trabalho da Divina Corriola e da parelha
gerou AS TRÊS MARIAS NÚCLEO DE FOLGUEDOS BRASILEIROS
dedicado à valorização do cidadão
brasileiro a partir da afirmação e da vivência
de sua própria cultura.
Fortalecer a importância da cultura popular.
Organizar intercâmbios com grupos, mestres e interessados pela cultura popular brasileira;
Realizar um ciclo de festas Populares: Tambor de Aleluia na Semana Santa, Tambor de São Benedito em agosto e a Festa para Santa Luzia em dezembro.
Desenvolver pesquisas através da vivência em manifestações populares;
Tecer um meio de ação social, cultural e educativo, através da realização de oficinas;
Estimular as redes de convivência entre as três dimensões da cultura popular: vivência, educação e espetáculo.
Coordenação | Juliana Manhães
Direção Artística| Fernando Mendonça
Coreografias | Cláudia Brito
Brincantes|
Juliana Manhães, Alina Braga, Cláudia Brito, Matilde Villela, Darlene Santos, Raquel Aguilera, Evandro Ifé, Dilmar José, Nivaldo Almeida, Rafael Rodriguez, Fernando Mendonça, Cacau Amaral, Chris Alcântara, Carlos Mutalla, Borracha.
Arranjos | Joana Araújo e Bethi Albano
Pesquisa Musical |Cacau Amaral
Programação Visual| Loreto
Searle
Audiovisual |Fernanda Bessa, Georges Racz, Rodrigo
Infante
Figurino| Vanessa Machado
Fotografia| Guito Moreto, Gil Groisman e Gisele Braga
Direção de Produção| Alina Braga e Chris Alcântara
Coordenação Financeira |Evandro Ifé
"Quando sentimos os pés pisando no terreiro é quando mais Brasil nos sentimos.
Pisar no terreiro é pisar bem no peito da terra e sentir no solado dos pés o pulsar de um coração feito de África."
Antônio Vieira dos Santos
(Economista e Militante do Movimento Negro no Brasil)