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confecção da careta do cazumbá

Coordenação: Abel Teixeira

Mestre Abel Teixeira nasceu a 19 de novembro de 1939, no povoado de Santo Inácio, interior do Maranhão. No interior onde nasceu brincava de cazumbá desde os 20 anos. Aprendeu a fazer caretas vendo outras pessoas fazerem.

Em Santo Inácio, fazia máscaras de pano com armação de madeira, por serem mais leves e mais fáceis de usar durante várias horas nas brincadeiras do boi.

Em 1979 veio para São Luís, brincar no boi de Apolônio Melônio, onde é componente até hoje.

Quando veio para capital passou a fazer caretas de pau, usa a paparaúba, madeira leve, que se assemelha ao buriti, sendo mais resistente. Ele inventa o desenho que vai fazer de acordo com o pedaço de madeira disponível. A careta pode parecer com uma onça, porco, aves e outros bichos ou monstros.

Criou o grupo mirim de tambor de crioula no boi de Apolônio, bairro da Floresta, Trabalhou como funcionário público, no Centro de Cultura Popular do Maranhão, e confecciona caretas de pano e madeira.

Carga Horária:

Público Alvo:

Objetivos:

• Objetivo Geral:   A oficina tem como objetivo a construção de uma careta de pano, através da costura e dos bordados com canutilhos, miçangas, paetês, linha e o tecido de brim com várias cores.

• Objetivos Específicos:

Metodologia:

Conteúdo:

CONTATOS:  Abel Teixeira (98) 3223 1017/ (98) 8112 3196.

 

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bordados para indumentária de Bumba–meu-boi

Carga Horária: ( de acordo com o interesse)

Coordenação: Nadir Olga Cruz

Há 26 anos trabalha com cultura popular, sendo membro da diretoria do Bumba-meu-Boi da Floresta.
É responsável pela produção e manutenção das indumentárias do boi da floresta, e coordena oficina de bordados, confeccionando peças de canutilhos e miçangas, sua produção e venda, para jovens  da comunidade da floresta-liberdade.
Organiza encontros e visitas ao barracão, sede do boi, contando e mostrando as histórias do cotidiano e o ciclo de festejos.
É formada no curso superior de Turismo, na Faculdade São Luís do Maranhão.
Já participou fazendo uma palestra no II Seminário de Cultura Popular  na Universidade Dom Bosco, e no  Salão de profissões  com o Turismo, no Colégio Santa Teresa em São Luís, no ano de 2005.
Fez parte da pesquisa científica da Semana de Turismo  na  Faculdade São Luís e do projeto “Barracões da Liberdade”, através de um concurso para novos roteiros turísticos de São Luís  na Secretaria Municipal de Turismo.
É integrante do Boi da Floresta com  o personagem da índia guerreira.

Público Alvo:

Justificativa:
O bordado é um instrumento muito importante e utilizado na cultura popular do Maranhão e de outros Estados Brasileiros. Muitas manifestações populares utilizam dessa técnica para a sua brincadeira, além de ser um bonito trabalho para o uso em roupas no dia a dia.
O Boi da Floresta tomou a iniciativa de estimular a forma de viver dos jovens que estão na comunidade do bairro, iniciando há alguns anos, uma pequena oficina de produção de bordado.
Começou com poucos integrantes e hoje já tem cinquenta pessoas entre adolescentes e jovens, que se interessaram pela técnica e criação artística, ajudando na geração de renda, construindo e valorizando a auto estima e a cidadania.

Objetivos:

• Objetivo Geral:   Capacitar adultos, jovens e adolescentes na arte do bordado e confecção de indumentárias de bumba-meu-boi.

• Objetivos Específicos:

Metodologia:

Conteúdo:

* Venda de produtos: chapéus/ camisas/ bordados/ instrumentos/ caretas de cazumbá.

CONTATO: Nadir Olga Cruz (98) 3251 9222  nadirolgacruz@yahoo.com.br

 

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